5 de mai. de 2010
Mais uma vez, mudanças no Templates e Acessórios
15 de jan. de 2010
Vivo telefonia, dá uma de morta
Pois é meus queridos, para quem está sentindo minha falta quero lhes dar uma satisfação. Estou de férias desde o dia 13 de dezembro mas devo confessar que não queria ficar tanto tempo ausente do blog e da internet. O que ocorre é que ganhei do maridão de Natal um notbook maravilhoso com tudo que tem direito mas caí na bobagem de comprar a tal da Vivo dentro da loja Fenac e com pacotes, embrulhos, correria, criança chorando, fome apertando a tal da vendedora passou-me a lábia dizendo que o plano por mim adiquirido era ilimitado (e a jumenta aqui não leu o #¨$%$# do contrato. Fiquei feliz da vida ( pois não tenho do que reclamar a respeito do serviço da Vivo) mas depois de 26 dias chegou a minha casa uma fatura no valor de R$ 350,00 para pagar quando o oferecido pela atendente seria de R$ 49,00 pelos primeiros 3 meses e depois R$ 84,00. Olha a sacanagem !!!Como posso navegar com alegria e pagar R$ 0,06 por minuto ??????????????
Sou rica não !
Ô Vivo, faça o favor né ? Sua funcionária usou de má fé comigo ! A #@$#%¨$ da vendedora disse-me que era ilimitada e sem pagamento de deslocamento, agora querem cobrar por tudo ? Passo até 18 horas conectada, o que me adianta um serviço como esse de vcs ?t Faça o favor ! Tenho encomendas a entregar e novos blogs por fazer, estou perdendo dinheiro, a credibilidade, o Big Brother, as conversas com as vacas do pastinho.
Terei que entrar com um processo, PUTA QUE O PARIU !!!!!!
14 de jan. de 2010
Alerta de Malware em meu blog
Emília, não terminei seu blog.
Mario Oshiro, me envie seu login e senha, eu retirei o "Leia mais" a bastante tempo, não sei o que pode ter acontecido, sou rápida para resolver problemas, no geral entrego rapidinho as encomendas.
2 de out. de 2009
22 de set. de 2009
Obrigada leitores feedelizados

Quero agradecer a todos os leitores deste blog, principalmente aos leitores assinantes do Feed. Já são 1000 leitores assinantes o que faz deste blog um tremendo sucesso. Bom, sei que vc vai questionar o que é sucesso, pois pra mim é isto, ganhar R$ 100.000,00 por mês para fazer o que eu mais gosto:
A princípio este blog seria apenas para templates e acessórios, como o nome já diz, mas como havia pedidos para que eu ajudasse, ensinasse isto e aquilo, fui colocando tutoriais, dicas, scripts, geradores e aí está, o blog está enooooooorme.
te post mesmo só para agradecer a vc, ao meu pai e ao saco dele de onde um dia eu saí. Quero agradecer a minha mãe, e ao seu útero limpo e quentinho, que me abrigaram por 9 meses. Quero agradecer também ao longo período de depressão que tive, não fosse ela eu jamais teria tido sido acometida por um tédio mórbido e não teria sentado a frente do computador para me distrair e assim jamais, digo J A M A I S, teria tido um blog, e não menos importante, qu
ero agradecer a minha bunda, não fosse ela, eu não teria como sentar, sendo assim, teria sido impossível ficar tanto tempo conectada. Quanto ao R$ 100.000, 00 que ganho, esse que vc leu no início da postagem, bem, isso é apenas o devaneio de uma mente em desatino, (hehehehe Teca) 31 de ago. de 2009
Cada assombração
cada
uma
que
me
aparece !!!
Devo
ter
jogado
pedra
na
cruz !
E para mostrar que meu humor mesmo depois de ler esta pérola continua, posto aqui um vídeo muito significativo, mostrando o quanto de fato isso me aborrece.
1 de ago. de 2009
Meu PC está com vírus

15 de jul. de 2009
Férias

F É R I A S
8 de jul. de 2009
Aniversário de 3 anos do blog Templates e Acessórios

Faço-o com muita dedicação e carinho, ganhando comentários de carinho e incentivo, links para outros blogs e algumas amizades sinceras. Hoje quero agradecer a cada leitor, seguidor, fã e até mesmo os desafetos, sim, por que não, afinal, alguns até mesmo me fizeram enxergar alguns erros e melhorar alguns itens.
A vocês meus queridos e queridas, um grande abraço.
9 de jun. de 2009
Manos Download, obrigada !

VALEU !!!!
17 de abr. de 2009
Estou morta de tristeza...

São 2:44 da manhã e estou morta de tristeza. Não tenho com quem conversar e nem com quem desabafar o rebuliço de emoções que está dentro de mim. O que sinto é um grande pesar, algo se partiu dentro de mim e sinto que é definitivo. O ser humano não presta mesmo, não tem dignidade, é o animal mais sorrateiro, imundo e vil que existe sobre a Terra. Não deve ser atoa que com a raça humana habitam seres imundos, fétidos e rasteiros como a barata, o mosquito e o rato.
Como pode a alegria, a tolerância, a humildade, a ingenuidade causarem tanta inveja e maledicência ? Como a alegria incomoda a ponto de afrontar as pessoas que não sabem o que é isso. Como pode a pobreza de espírito de gente (?) que se acha superior a outras por ter talvez, lido meia dúzia de livros a mais, por saber impostar a voz melhor e ter malícia e maldade para se colocar acima do outro apontando-lhe as fraquezas, e não se mostrando limpo e digno, pois isso sim, é o que vale para quem tem discernimento e algo que está cada dia mais em falta, vergonha na cara.
Pra mim de agora por diante é tolerância zero com quem pode me fazer mal, com quem pode me deixar nesse estado, com quem pode fazer eu me sentir assim, pequena e desacreditada. Não, não fizeram nada a mim pessoalmente, mas fizeram com um meu querido, com um meu que é caro, e a omissão por não tomar partido por tanto tempo e ter deixado que a galhofa e a humilhação se estendesse me fazem mal, muito mal. Me apequena ficar sobre o muro da covardia e da conveniência. Para você fim de jogo, para você o meu tempo acabou !
6 de jan. de 2009
Mudanças de ano novo
Ontem fui navegando, navegando e resolvi dar a xeretadinha básica no blog da Ariane, o Templates para o Novo Blogger quando me deparei com o código para este template. Nem tinha me tocado do que se tratava, quando li em meio a seus comentários a indicação dela para um blog que estava usando o código que ela desenvolveu, o Css Desvendado.
E vc, o que achou do meu novo template ?
4 de jan. de 2009
Faixa de Gaza, 2009
Ter, 30 de Dezembro de 2008 17:28
Declaração da Secretaria de Relações Internacionais do PSOL sobre o massacre ao povo palestino, perpetrado pelo Estado sionista de Israel.
1. O estado sionista de Israel deu demonstrações de que está decidido a levar adiante o maior massacre genocida desde a Guerra dos Seis Dias. Seus bombardeios causaram já mais de trezentas e cinqüenta mortes, milhares de feridos e destruição de casas, edificios, e um hospital. Seus tanques se preparam para entrar em uma zona sitiada, que está cercada como se fosse um grande campo de concentração. Seu ministro da defesa declarou que Gaza é uma zona fechada e que seu país está em guerra total contra o Hamas, em uma ação prolongada. Impediu, inclusive, a cobertura de mais de quatrocentos jornalistas. Em outras palavras, isto quer dizer guerra total contra o povo Palestino e autoridades legítimas, eleitas pelo mesmo, já que o Hamas foi eleito pelo voto popular em 2006, expressando a vontade majoritária do povo palestino.
2. Com a trégua de seis meses acordada, o Hamas mostrou sua disposição de negociar com Israel. O governo de Olmert, pelo contrário, utilizou a mesma para preparar a matança. Contra a mentira que esta circulando da chamada "opinião pública mundial" que Hamas rompeu a tregua, foi o governo israelense quem o fiz, não apenas porque manteve o cerco de Gaza, mas também porque bombardeou sua fronteira com o Egito para destruir túneis pelos quais os Palestinos recebiam seus alimentos e petrechos desde o Egito.
3. Este massacre não faz mais que confirmar a legitimidade da luta do povo palestino para recuperar seus territórios usurpados. O estado de Israel mostra mais uma vez que é um estado que se sustenta com base no militarismo e no terror, que viola os direitos humanos, desacatando ate também a decisão da ONU que obrigava de entregar as zonas ocupadas em 1967.
4. A chamada “comunidade internacional”, começando pelo bloco de negociação dos quatro (ONU, EUA, UE e Rússia), tem dado provas de sua aberta parcialidade em favor de Israel seja pelo alinhamento direto dos Estados Unidos e a cumplicidade de outros. O governo de Bush foi quem mais ostensivamente o praticou, declarando apoio a Israel e a seu massacre, dizendo que o Hamas é terrorista, enquanto Obama permanece em um silêncio cúmplice. Porém, não foram os únicos. Os países como Egito, Arábia Saudita e Jordânia são também responsáveis por este massacre. Não por coincidência a ministra de relações exteriores (e próxima candidata a presidente) Tzipi Livni se reuniu com Mubarak dias antes de começar o massacre.
5. Este papel traidor de governos árabes em relação a causa palestina contrasta com o enorme heroísmo, disposição e capacidade de luta que existe e já se provou nas Intifadas e na atual heróica resistência em Gaza, transcendendo ao todo o mundo árabe e muçulmano. Há apenas um ano e meio, esse mesmo exército que se prepara para entrar em Gaza, foi derrotado quando após os bombardeios similares, invadiu o sul do Líbano e teve que se retirar, superado nos combates pela milícia popular do Hezbolah. Uma das causas desta ofensiva em Gaza é recuperar a moral perdida nesta derrota, que mostrou ao mundo que é possível derrotar ao exército sionista. Só a cumplicidade das grandes potencias e a traição do mundo árabe explicará que Israel possa seguir com sua incursão sobre a Faixa de Gaza.
6. Sejam quais forem os resultados imediatos da atual escalada assassina, este poder com base no terrorismo de Estado a historia mostra que não poderá se sustentar. O poderio militar dos EUA sucumbiu e não pode com o Afeganistão nem com Iraque. O mesmo poderá acontecer desta vez. Nem o maior horror causado a um povo poderá matar a causa palestina. Cada morto do Hamas, cada crime cometido, faz com que se formem mais e mais militantes da causa palestina e que se unam as massas muçulmanas xiitas e sunitas, como já está acontecendo entre Hamas e Hezbolah.
7. O governo bolivariano da Venezuela, mais uma vez, deu um exemplo com sua declaração contundente de “solidariedade ao Povo Palestino e seu chamado a comunidade internacional, para empreender uma campanha de massivo repúdio a estas infames ações violentas, através das quais se busca aniquilar a esperança de vida de um povo inteiro”.
O PSOL convoca o desenvolvimento desta campanha, em todas as frentes em nosso país. Tornamos pública nossa solidariedade com as autoridades Palestinas e toda a comunidade árabe no Brasil. O PSOL realiza o chamado para construir todo o tipo de ações de repúdios, campanhas e manifestações públicas nas ruas e diante das embaixadas e consulados dos Estados Unidos e Israel.
Pedro Fuentes é Secretário de Relações Internacionais do PSOL
Créditos: PSOL
Clique e entenda um pouco o problema na palestina.
este texto foi escrito em 2000
A QUESTÃO DA PALESTINA
Quando os hebreus chegaram à região da Palestina, por volta do ano 2.000 a.C., ali já viviam os filisteus, ancestrais dos árabes. Com a decadência dos reinos de Judá e Israel, as populações locais foram dominadas sucessivamente por assírios, caldeus, persas, gregos e romanos.
No início da era cristã, os judeus foram derrotados pelos romanos, iniciando-se a Diáspora Judaica. No século VII, com o surgimento do Islam, as populações locais foram islamizadas e quando os turcos otomanos chegaram, toda a região da Palestina já se encontrava sob o domínio dos muçulmanos que controlavam inclusive os lugares sagrados, Makkah e Medina em Hijaz (Península Arábica), e Jerusalém e Hebron, na Palestina. Com o fim do Império Otomano, no final da I Guerra Mundial, a Inglaterra obteve da Liga das Nações um mandato para administrar a Palestina e o Iraque.
Apesar de espalhados pelo mundo, os judeus jamais perderam a esperança de voltar à Terra Prometida. Esta possibilidade começou a se materializar com o surgimento do sionismo, um movimento criado por Theodor Hezl, no final do século XIX e que pregava o retorno ao Sion, nome bíblico de Canaã, a Terra Prometida.
Em 1917, Lord Balfour, o secretário inglês para Assuntos Estrangeiros, fez publicar a Declaração Balfour, em que apoiava a imigração de judeus para a Palestina e o estabelecimento de um "lar nacional para o povo judeu" na região, afirmando que "nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes" - numa referência aos árabes, que, então, representavam 92% da população.
A carta foi publicada no The Times de Londres e dizia:
"Prezado Lord Rothschild,
Tenho muito prazer em transmitir-lhe, em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações sionistas que foram apresentadas ao Gabinete e aprovadas por ele: 'O Governo de Sua Majestade vê com simpatia o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e envidará seus melhores esforços para facilitar a conquista desse objetivos, ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos religiosos e civis das comunidades não judaicas existentes na Palestina ou os direitos e condições políticas usufruídas pelos judeus em qualquer outro país.' Agracederia que você levasse essa declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
Atenciosamente
Arthur James Balfour"
Em seu livro intitulado "The Question of Palestine", o famoso escritor palestino, Edward Said, definiu a importância dessa declaração da seguinte maneira:
"O que é importante a respeito da declaração é que, em primeiro lugar, durante muito tempo ela foi a base legal para as reivindicações sionistas em relação à Palestina e, em segundo lugar, e mais importante para os nossos objetivos aqui, que foi uma declaração cuja força só pode ser avaliada quando as realidades demográfica e humana da Palestina ficaram claras na mente. Isto é, a declaração foi feita (a) por um poder europeu, (b) a respeito de um território não-europeu, (c) num claro desrespeito à presença e aos desejos da população nativa residente no território e (d) tomou a forma de uma promessa sobre este mesmo território por um outro grupo estrangeiro, a fim de que esse grupo estrangeiro pudesse, literalmente, fazer desse território uma nação para o povo judeu."
A "Declaração Balfour" foi interpretada pelos líderes sionistas como um apoio à criação de um estado judeu soberano e tornou-se a base do apoio internacional para a formação do moderno estado de Israel. Nas décadas que se seguiram, dezenas de milhares de judeus fixaram-se na Palestina, em sua maioria oriundos da Europa, movidos pelo ideal do sionismo.
O estímulo sionista à imigração judaica, as vacilações britânicas para contê-las e a perseguição nazista fizeram aumentar o número de judeus na Palestina, criando áreas de tensão com a população árabe local.
No período de 1928 a 1949, com uma pausa durante a II Guerra, o movimento imigratório de judeus europeus se intensificou, alterando profundamente a estrutura da população da Palestina. Em 1922, os judeus representavam 11% da população, e em 1949 eram mais de 30%. Cerca de 20% da terra cultivada pertenciam a um Fundo Nacional Judaico, em nome do povo judeu.
A política do governo inglês foi a de manter sob controle direto a imigração, favorecendo o desenvolvimento econômico da comunidade judaica, o que beneficiou mais aos sionistas do que aos árabes. Em meados dos anos 30, com a chegada dos nazistas na Alemanha, aumentou a pressão da comunidade judaica sobre a Inglaterra para ampliar os limites de imigração, o que acarretou forte oposição nos países árabes vizinhos, com reflexos nas relações entre Inglaterra e aqueles países. A eclosão da II Guerra Mundial manteve o problema em suspenso, e a imigração de judeus para a Palestina foi praticamente interrompida.
Ao final da guerra, foi criada a Liga Árabe que, entre seus objetivos, tinha a defesa da causa palestina. Os judeus europeus, traumatizados com os massacres nazistas, sentiam a necessidade de criar um estado. A Inglaterra tinha consciência de que a criação desse estado na Palestina encontraria forte objeção por parte dos árabes. Estados Unidos, que emergiam da guerra como uma nova potência e sob a pressão do sionismo, usaram de sua influência em favor da causa sionista, que se resumia na criação de um estado judeu e na imigração de um contingente maior de judeus.
Em 1947, a Inglaterra decidiu submeter a questão às Nações Unidas, que aprovou a partilha da Palestina entre árabes e judeus. Com a aprovação do plano pela Assembléia Geral da ONU, em 14 de maio de 1948, a Inglaterra se retirou da Palestina e os judeus proclamaram o Estado de Israel, que foi imediatamente reconhecido pelos EUA e Rússia. Os árabes da Palestina e dos vizinhos, Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano, inconformados com a decisão, declararam guerra ao recém criado Estado de Israel.
Com a vitória de Israel em 1949, novas fronteiras foram estabelecidas. Cerca de 75% da Palestina foi incluída dentro das fronteiras de Israel; uma faixa de terra ao sul, que ia de Gaza até a fronteira com o Egito ficou sob controle do Egito; o restante do território foi anexado pelo reino hashemita da Jordânia. Jerusalém foi dividida entre Israel e Jordânia.
O estado árabe-palestino deixou de existir. Quase 2/3 da população árabe deixou suas casas e tornou-se refugiada. Centenas de milhares de palestinos emigraram para os estados árabes, nos quais passararam a viver em acampamentos precários e os que permaneceram, ficaram na condição de refugiados em sua própria pátria. Jerusalém, dividida entre cristãos, judeus, e muçulmanos, tornou-se pólo de conflitos que se estendem até os dias atuais.
Os conflitos tornaram-se endêmicos e a guerra eclodiu mais de uma vez, em 1956, 1967 e 1973, sendo a mais importante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel incorporou a península do Sinai e a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e o território sírio das Colinas do Golã e intensificou sua política de construção de assentamentos para colonos judeus imigrantes. Quanto aos cidadãos árabes de Israel, embora usufruíssem de direitos políticos, eram considerados cidadãos de segunda classe, não pertencendo à comunidade que se estava formando.
Por esta época, uma nova geração de palestinos crescia no exílio, principalmente no Cairo e em Beirute. Aos poucos, surgiram vários movimentos políticos, sendo o mais importante o Fatah, uma organização guerrilheira criada por Yasser Arafat, que se pretendia completamente independente dos regimes árabes, cujos interesses não fossem os mesmos dos palestinos e que pregava um confronto militar com Israel.
Em 1964, com o apoio dos países árabes, foi fundada em Jerusalém a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), sob controle do Egito, constituída a partir do Fatah e que passou a ser presidida por Yasser Arafat. A OLP era composta basicamente de membros dos exércitos do Egito, Síria, Jordânia e Iraque. O Fatah começou a agir dentro de Israel. A população israelense continuava a crescer por força da imigração. Em 1967, do total de 2.3 milhões de habitantes, os árabes representavam 13%.
A economia crescera em razão da ajuda americana e por causa da contribuição financeira de judeus do mundo inteiro e também por causa das reparações de guerra da Alemanha. Israel sabia que era mais forte militar e politicamente do que seus vizinhos árabes. Diante das ameaças de ambos os lados, israelenses e árabes se enfrentaram novamente e os israelenses vitoriosos ocuparam o Sinai, Jerusalém, a parte palestina da Jordânia e parte do sul da Síria (as colinas do Golan) antes do cessar-fogo acordado com a ONU.
A guerra de 1967 foi o ponto decisivo. A conquista de Jerusalém e o fato de que os lugares sagrados para muçulmanos e cristãos estavam agora sob controle israelense trouxe uma outra dimensão para a crise. A guerra mudou o equilíbrio de forças no Oriente Médio.
Estava claro que Israel era mais forte militarmente do que qualquer aliança entre estados árabes e isso mudou a relação de cada um deles com o mundo exterior. Para os árabes foi uma derrota e para os palestinos representou uma nova leva de refugiados. Nos anos seguintes o mundo ignoraria a situação dos palestinos até que, em 1974, Yasser Arafat foi, pela primeira vez a ONU, formalizando, assim, a representação política do povo palestino.
A fim de harmonizar o conflito, foram baixadas numerosas resoluções por parte das Nações Unidas, conclamando à paz, ao retorno dos refugiados às suas casas, à retirada dos israelenses dos territórios ocupados e ao estabelecimento de fronteiras permanentes, nenhuma delas acatadas por Israel.
Em março de 1979, Egito e Israel assinaram um tratado em separado, do qual os Estados Unidos foram signatários. Embora tenha levado a uma melhora nas relações entre egípcios e israelenses, que resultou na evacuação de alguns territórios egípcios ocupados e na abertura do Canal de Suez para os navios de Israel, no entanto este tratado nada fez para efetivar uma retirada das forças de ocupação israelenses de Jerusalém oriental, da Margem Ocidental e das colinas do Golan, na Síria, e, principalmente, deixou intocada a raiz do problema - a condição dos palestinos. Na verdade, o tratado resultou no recrudescimento da tensão no Oriente Médio, que se manifestou por um aumento da intransigência israelense nos territórios ocupados e no isolamento do Egito do resto do mundo árabe.
Em 1987, um caminhão militar israelense atropelou e matou 4 palestinos na Faixa de Gaza. Este incidente foi o estopim para o início dos combates entre jovens palestinos e as tropas de ocupação israelense. A revolta, conhecida como a Revolta das Pedras (intifada) durou 6 anos, resultando em muitas mortes e um profundo desgaste para Israel, pois eram jovens e crianças enfrentando com paus e pedras as armas sofisticadas dos soldados israelenses. A Intifada foi a primeira manifestação dentro dos territórios ocupados a abalar de forma duradoura a rotina da ocupação israelense, iniciada em 1967.
Em 1991, realizou-se em Madri a Conferência Internacional de Paz, marco inicial das conversações diretas entre Israel e os países árabes. Em 1993, os dois lados firmaram em Washington um acordo de paz que previa a extensão da autonomia dos palestinos na Cisjordânia, com a retirada das tropas israelenses. Em 1995, Israel e OLP firmaram um novo acordo, desta vez com a extensão da autonomia a quase toda a Cisjordânia, sem dúvida um passo importante para o surgimento de um estado palestino, mas que se torna irrelevante enquanto Israel detiver o monopólio do uso da força nos territórios ocupados.
Desde o ano passado, Yasser Arafat e Ehud Barak já se encontraram diversas vezes mas sem chegaram a um acordo possível sobre as duas questões fundamentais para os palestinos: Jerusalém e o direito de retorno. Israel simplesmente perderia seu caráter sionista se Jerusalém, unificada e em sua forma ampliada, deixasse de ser sua capital.
As circunstâncias pelas quais os israelenses poderiam pensar em abandonar essa reivindicação ainda não foram criadas e portanto não há o que ceder. Por outro lado, a Autoridade Palestina de Yasser Arafat estaria cometendo suicídio político se cedesse nos direitos de palestinos árabes e muçulmanos à cidade sagrada e no direito de retorno dos refugiados.
A visita de Ariel Sharon no dia 28 de setembro passado à Esplanada das Mesquitas detonou uma nova crise que já está sendo chamada de a segunda intifada e que já se anunciava de há muito tempo e cujas consequências agora são imprevisíveis.
Quem quer que visite a Faixa de Gaza, pode perceber as razões para o descontentamento dos palestinos. Com uma população de mais de 1 milhão de habitantes, a Faixa de Gaza, chamada de "Soweto de Israel" (referência ao gueto da África do Sul), não é um estado e não foi anexada a Israel.
As forças de defesa de Israel controlam toda a fronteira. Mesmo com a recente abertura de uma passagem especial de Gaza para a Cisjordânia, se os moradores de Gaza quiserem sair dessa área, precisam obter uma permissão dos israelenses. Muitas palestinos - nascidos a partir de 1967 - nunca sairam da faixa, uma tripa de terra situada entre o deserto de Negev e o mar Mediterrâneo, que mede 46 km de de comprimento e 10 km de largura, aproximadamente.
Algumas das piores condições de vida estão no Acampamento de Dehaishem, visitado pelo papa João Paulo II no início deste ano. Segundo o New York Times, "Quase 10.000 refugiados palestinos, quase todos muçulmanos, vivem em menos de 1 milha quadrada de terra, amontoados em barracos que formam becos salpicados de sucata de carros velhos, velhas bobinas de fio e lixo. Eles são refugiados há 52 anos, e muitos deles ainda guardam as chaves de suas casas que foram forçados a abandonar, na luta que se seguiu á criação de Israel."
Apesar de todos os encontros que se realizam desde 1991, continuam sem solução questões como o status de Jerusalém, reivindicada como capital tanto por judeus como por palestinos, e a questão da diáspora palestina. A grande maioria dos 5 milhões de palestinos vive dispersa pelos países árabes em terríveis condições de vida ou em territórios ocupados por Israel na condição de refugiados em sua própria pátria. E subsiste o ódio, alimentado por décadas de violência, que se expressa em atos terroristas de ambos os lados, como no caso do assassinato do líder israelense Yitzhak Rabin, praticado por um judeu de extrema direita, indignado com a perspectiva de um acordo que pudesse vir a reconhecer direitos mínimos aos palestinos.
Para nós, espectadores do conflito ficam algumas interrogações. A segunda intifada coloca em cena novas forças e tendências que desafiam cada vez mais o statu quo. Novas lideranças estão surgindo e questionam a legitimidade de negociadores, representantes e mediadores do processo de paz. O presidente Clinton em final de mandato, Iasser Arafat sobre quem pesam fortes suspeitas de corrupção e desvio de dinheiro proveniente de ajuda internacional, Ehud Barak, manietado pela ala mais radical da direita israelense, que não tem interesse em ver o país dividido com os palestinos.
Por outro lado, a responsabilidade pela tragédia do povo palestino não pode ser creditada única e exclusivamente ao sionismo. Na verdade, os países árabes jamais chegaram a um acordo quanto à forma de atuação em relação a Israel, desde a aprovação do plano de partilha da Palestina. A última reunião de cúpula da Liga Árabe, realizada em Sharm-al-shair, em outubro último, revelou as enormes contradições internas na busca de uma solução unificada para a Palestina.
O poder das famílias tradicionais dos países árabes também já não consegue mais conter a revolta que vem das populações que anseiam por liberdade e independência e exigem uma retomada do compromisso de defesa da causa palestina, compromisso esse assumido por ocasião da criação da Liga Árabe. O que se espera é que a solução que venha a ser encontrada não seja excludente do povo palestino, que já perdeu tudo o que podia e o que tinha a perder.
Créditos: http://www.ljib.hpg.ig.com.br/a_questao_da_palestina.htm
27 de dez. de 2008
24 de dez. de 2008
13 de dez. de 2008
Blogger quer deletar o meu blog
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Há três dias que o Blogger exibe essa mensagem em meu painel e apesar de fazer o que o Blogger manda, estou desconfiada que findo o prazo, irão deletar o meu blog.
Tem mais de 2 meses que eles colocaram uma verificação de palavras em meus posts, e já cansei de fazer a solicitação para que retirem essa coisa irritante e nada...
O que fazer ?????
Será possível que terei meu blog deletado depois de tanto trabalho ?
11 de dez. de 2008
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Hoje fazem 60 anos que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada. Concebida após a II Guerra Mundial pela ONU, a declaração é um documento que que visa evitar as atrocidades cometidas contra a humanidade. Apesar de não exigir vinculação jurídica espera-se um reconhecimento formal entre governos e governantes. Abaixo os ítens que fazem parte do documento.
Artigo I
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.
Artigo II
Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
Artigo III
Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo IV
Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.
Artigo V
Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.
Artigo VI
Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.
Artigo VII
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo VIII
Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.
Artigo IX
Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo X
Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.
Artigo XI
1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.
Artigo XII
Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Artigo XIII
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.
Artigo XIV
1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.
2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Artigo XV
1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.
Artigo XVI
1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer retrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.
2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.
Artigo XVII
1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.
Artigo XVIII
Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.
Artigo XIX
Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Artigo XX
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
Artigo XXI
1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de sue país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.
Artigo XXII
Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.
Artigo XXIII
1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.
2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.
3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.
4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.
Artigo XXIV
Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.
Artigo XXV
1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.
Artigo XXVI
1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.
Artigo XXVII
1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.
2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.
Artigo XVIII
Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.
Artigo XXIV
1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Artigo XXX
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.
1 de dez. de 2008
Doações ao povo de Santa Catarina
Defesa Civil busca galpão com 10 mil m² e orienta doadores a usarem as contas bancárias
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À SEMELHANÇA DO KATRINA
Vista aérea do município catarinense de Itajaí, um dos mais castigados pela chuva. No destaque, a cidade americana de Nova Orleans, na Louisiana, um dia depois da passagem do furacão Katrina, em 2005. Lá, os mortos passaram de 1 300
Karine Ruy
Até o momento, a Defesa Civil de Santa Catarina recebeu cerca de 800 toneladas de alimentos e 1 milhão de litros de água. “Os pontos de recebimento não comportam mais nada”, diz Emerson Neri Emerim, secretário-executivo do Conselho Estadual da entidade. Ontem à tarde, a ordem na sede da Defesa Civil em Florianópolis era encontrar um galpão com 10 mil metros quadrados para servir como centro de armazenamento e distribuição dos mantimentos. O local deverá ser alugado na BR-101, nas proximidades da capital, para facilitar o recebimento e o transporte.
A distribuição de alimentos ocorria com base no Aeroporto Internacional de Navegantes. Entre domingo (23) e sábado (29), foram cumpridas 459 missões (viagens), em um total de 375 horas de vôo. Mesmo não sendo a prioridade, 10 corpos foram resgatados, informa o comandante-geral das Operações Aéreas, tenente-coronel Milton Kern Pinto, da Polícia Militar de Santa Catarina. Em Itajaí, segundo a prefeitura, as doações serão entregues de casa em casa a partir de hoje.
Por causa da falta de espaço, os coordenadores da Defesa Civil elaboraram um novo plano logístico. A partir de agora, os donativos arrecadados em outros Estados deverão ser entregues às próprias unidades da Defesa Civil. “Nós pedimos que não mandem mais nada diretamente para Santa Catarina porque não temos mais lugar para guardar”, completa Emerim. As situações críticas das estradas - uma área da BR-101, em Palhoça, ao lado de Florianópolis, só foi liberada na noite de ontem, assim como toda a estadual SC-411 - também dificultam os trabalhos. Oito rodovias estaduais seguem interditadas.
A recomendação é para que, por enquanto, as doações sejam feitas em dinheiro, nas contas abertas em nome do Fundo Estadual de Defesa Civil. Até sexta-feira, o fundo registrava R$ 3,6 milhões em depósitos. Os mantimentos poderão ser comprados no próprio município atingido, contribuindo ainda para a injeção de recursos financeiros na economia local. Desde ontem, às 16 horas, consultas sobre as contas bancárias para colaborações podem ser feitas pelo telefone: 0800-482020.
O grupo de Intervenção de Desastre da Cruz Vermelha Internacional auxilia no Estado. Formado por cinco representantes da Alemanha e da Espanha, deve ficar lá por cerca de três meses. Ele deve fazer um levantamento das necessidades emergenciais da população para saber em que aplicar os recursos do fundo de emergência para desastre da instituição.
Também foi criado pela Defesa Civil Estadual um site para dar informações oficiais sobre o desastre. Um mural de recados dentro do site www.desastre.sc.gov.br está permitindo que familiares e amigos de vítimas das enchentes e voluntários envolvidos com a ajuda à Santa Catarina se comuniquem e até encontrem desaparecidos. O site, segundo a Defesa Civil Estadual, permite a interação entre a população afetada e a busca de informações sobre o maior desastre da história catarinense.
A orientação da Defesa Civil do Estado é para que as pessoas utilizem o espaço não apenas para fazer comunicados, mas também para interagir. “A idéia é que a própria comunidade se integre ao processo e troque informações, colaborando com os trabalhos de resgate, pois juntos somos mais fortes”, ressalta Emerin.
Fonte: O Estado de São Paulo
Entenda o que aconteceu em Santa Catarina clicando AQUI
Abençoado é o povo brasileiro que é tão solidário.
26 de nov. de 2008
Mamãe, quero subir no ranking do BlogBlogs
Estou aqui sentadinha olhando tudo de camarote, com uma certa indignação e uma vontade louca de rir, e rir muito. E eu que achava, ainda do alto da minha inocência que o blog era um território de livre expressão, que as pessoas tivessem a liberdade de postarem em suas páginas o que bem quisessem, claro, desde que não fosse algo plagiado e/ou ofensivo. Aí Jisuis, ajuuuuuda !
Que bobagem as pessoas se descabelarem por tão pouco, porque seu blog caiu no ranking de um blog de indexação. Ah, fala sério ! Até os meninos do BlogsBlog estão pensando em reavaliar o sistema de ranking do site em questão tamanha foi a pressão. Não acredita ? Clique AQUI.
E quanto mais dizem que não se importam com o ranking, que não "tá nem aí", mais reclamam...
Vão fazer campanha para arrecadação de mantimentos e roupas para os desabrigados de Santa Catarina, aquilo sim é um puta problema.
E antes que me joguem pedras achando que estou escrevendo em causa própria...
Não, eu não participei do meme e meu blog despencou da 86° posição para 287°.
Não, para a 299°.
Não para 324°.
Não, para a 378°...
27 de out. de 2008
Difícil escolha...
*Atenção, esses vídeos contém imagens fortes, não os assista caso seja sensível.
Parto cesárea
Parto anormal
* Para assistir a esse vídeo é necesário ter cadastro no You Tube e ter mais de 18 anos.







